Crédito legítimo que a apuração deixou passar.

Revisamos a apuração de PIS e COFINS dos últimos cinco anos, item a item. No regime não cumulativo, analisamos custos e despesas vinculados à atividade, considerando as regras e exceções de cada setor.

Onde está o crédito

Quatro frentes para uma revisão detalhada

Classificação de itens, vinculação na EFD-Contribuições e despesas essenciais tratadas como insumo: a revisão conecta os registros para identificar o que precisa de análise.

Insumos não aproveitados

crédito não tomado

Custos e despesas essenciais à atividade que não foram creditados, na leitura consolidada pela Receita após o Parecer Normativo Cosit 5/2018.

Base de débito a maior

tributo pago a mais

Receita tributada indevidamente ou base de cálculo montada sobre valores que não são receita da operação.

Monofásicos e alíquota errada

classificação de item

Itens com NCM sujeito a tributação monofásica ou alíquota diferenciada tratados como operação comum.

Erro de código e vinculação

obrigação acessória

A EFD-Contribuições é o ponto mais sensível: código e vinculação errados travam o crédito na malha fiscal.

Aplicável a empresas no regime não cumulativo, em regra as tributadas pelo lucro real. Optantes do Simples Nacional não apuram esses créditos.

Evidências que sustentam cada análise.

Por isso a revisão é construída documento a documento: nenhum valor entra na apuração sem o lastro que o sustenta em eventual fiscalização.

Como conduzimos

Cinco passos, do documento à apuração

A automação acelera a reconciliação e o processamento dos documentos. Os especialistas analisam o tratamento tributário e as evidências de cada crédito.

  1. Base de documentos

    NF-e, SPED Fiscal, EFD-Contribuições e contabilidade do período, reconciliados item a item — sem amostragem.

  2. Classificação por item

    Cada produto e cada despesa recebe o tratamento que a norma dá: insumo, monofásico, alíquota própria ou sem direito.

  3. Refazimento da apuração

    Base de débito e base de crédito recalculadas competência a competência, com a diferença apurada mês a mês.

  4. Retificação e habilitação

    Retificação da EFD-Contribuições onde necessário e o crédito habilitado para compensação via PER/DCOMP.

  5. Dossiê de evidências

    Memória de cálculo por item e o lastro documental de cada crédito, pronto para eventual fiscalização.

Alcance da revisão. Critério em cada decisão.

60

meses para trás

É o alcance da recuperação retroativa, via retificação da EFD-Contribuições e PER/DCOMP.

2027

janela da transição

Com a transição da reforma tributária, revisar o período passado tem hora — depois a janela operacional se fecha.

Se não houver crédito, dizemos

Preferimos perder um contrato a sustentar um número que não se defende. Crédito glosado volta com multa de ofício e juros.

Nada aqui constitui parecer jurídico ou contábil.

Tecnologia aplicada

Menos tarefas repetitivas.
Mais capacidade de análise.

Usamos inteligência artificial, automação e tecnologia própria para acelerar processos tributários. A tecnologia amplia a capacidade da equipe; a análise especializada dá contexto aos resultados.

Automação de processos

Organização e processamento de documentos para reduzir o trabalho repetitivo e dar fluidez às rotinas fiscais.

Inteligência artificial

Apoio à classificação e à validação de informações em grandes volumes de dados, acelerando a análise.

Conhecimento especializado

Tecnologia conectada à leitura da operação e às evidências que fundamentam a apuração tributária.

Conheça nossa tecnologia

Vamos conversar

O próximo passo começa
com uma boa análise.

Conte com nossa equipe para entender sua operação e avaliar as oportunidades tributárias do seu negócio.

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